P. Riscada

P. Riscada
Pedra Riscada, um gigante de Minas

Ipê

Ipê
Paisagem com ipê florido

Paisagem com cáctus

Paisagem com cáctus
As grandes montanhas, as serras , os vales

Torre

Torre
A santa cruz do Norte
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domingo, 13 de janeiro de 2013

Siriema (Cariama cristata)

A siriema, também conhecida popularmente como sariema ou seriema é uma ave nativa da América do Sul. No Brasil, habita principalmente a região do cerrado. Em nossa região é comum vê-la aos pares ou em bando em meio aos pastos, capoeiras e matas abertas. Esta ave de médio porte possui altura aproximada de 70 cm, tem plumagem cinza-amarelada e uma crista com um tufo de penas. É uma ave terrestre que, à noite, procura empoleirar-se em galhos de árvores, onde também faz seu ninho. Alimenta-se de insetos, pequenos roedores, cobras, lagartos, frutas, além de aceitar alimentos oferecidos pelo homem. Seu canto costuma ser lembrado como indicador do final do período chuvoso. Seguem fotos das belas aves registradas pelo Mundo das Montanhas em viagem realizada em dezembro de 2012 em direção à região conhecida como João Honório, próxima ao distrito de Fidelândia.
Siriema da região de Ataléia-MG

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Inhuma (Anhima cornuta)

A inhuma ou anhuma é uma ave típica da América do Sul. A palavra inhuma deriva de "nhãum", do idioma tupi que significa "ave preta". É considerada a ave símbolo do Estado de Goiás. A espécie mede cerca de 80 centímetros de comprimento, 60 centímetros de altura, 1,7 metros de envergadura e pesa cerca de 3,2 quilos. Tem como defesa dois enormes esporões nos ombros. A alimentação básica desta ave que habita principalmente os pantanais e beiras de lagoas e rios com margens florestadas ou com vegetação rasteira são plantas flutuantes e gramíneas. Aqui em nossa região, é comum ver essa grande ave passeando mansamente pelas pastagens ou pousadas no topo das árvores. Seguem fotos dessa ave nativa de nossa região.     
Inhumas na fazenda Serra Morena em Ataléia (Fevereiro 2012)
Fêmea com filhotes na fazenda conhecida como Dona Zitinha em Ataléia (Setembro 2012)

domingo, 12 de agosto de 2012

Aracuã (Ortalis guttata)

Aracuã (Ortalis guttata)
 Em viagem recente ao povoado ataleense de Canaã do Brasil, o Mundo das Montanhas registrou a presença de uma ave nativa pouco conhecida na região. Trata-se da aracuã-comum, ou simplesmente aracuã, uma ave galliforme da família das Cracidae. A ave que tem o nome científico de Ortalis guttata mede aproximadamente 45 centímentros e pesa cerca de 600 gramas. Esta ave tem semelhança com o jacu, outra ave típica de nossa região. A aracuã tem alimentação variada que vai desde insetos a sementes e frutos e prefere habitar áreas arbustivas e florestas, em pares ou em bandos. É uma espécie muito apreciada por ornitólogos e por apreciadores de pássaros canoros. Infelizmente em nossa região sua presença atualmente é muito rara. Encontramos um exemplar que vive em liberdade nos quintais das casas do pequeno povoado de Canaã, convivendo em harmonia com animais domésticos, com crianças e demais moradores. Segue foto do pássaro pousado calmamente no braço de um dos membros de nossa equipe em visita a Canaã.
A aracuã nos braços de Modad Alchaar em Canaã (julho 2012)

sábado, 19 de maio de 2012

Frango-d'água-azul ou jaçanã (Porphyrio martinica)

Comum em pântanos e em margens de lagos, esta bela espécie de ave é muito comum em nossa região. Junto com outros animais nativos dão um colorido todo especial à nossa fauna. Mede cerca de 35 centímetros e possui plumagem predominantemente azul e seu bico é vermelho e amarelo. Suas pernas compridas permitem que ande com facilidade nas margens dos lagos em busca de alimentos. Conseguimos registrar a elegância dessa ave em um lago do sítio Recanto do Bananal, de propriedade do amigo Ramid Miguel Alchaar, na região conhecida como Poterrão, em Ataléia. Seguem mais fotos desta simpática espécie:
Voo sobre a água em lagoa no sítio Recanto do Bananal (Ataléia)
De plumagem e canto graciosos, o frango d'água habita as áreas alagadas de nossa região

sábado, 14 de abril de 2012

Vermelha ameaçada

(*) Foto de ganzilotomich (Panorâmio) - 2009
A vermelha (Brycon vermelha) é um peixe de grande porte e é parente de espécies como piracanjuba, piraputanga e matrinxã. A ciência conhece muito pouco sobre este peixe e vem fazendo estudos mais detalhados sobre suas características gerais e sobre seu comportamento em ambiente natural. A vermelha, cuja origem do nome está na coloração de suas nadadeiras, é endêmica das bacias do rio Mucuri e do rio São Mateus.  Não existe em outro local. Esta bela espécie chega a atingir 12 quilos e é muito apreciada na culinária da região, o que faz com que seja constantemente caçada por pescadores sem escrúpulos, o que tem levado a uma redução preocupante de seus cardumes. Como este peixe só vive em estado nativo nesses dois rios, pode-se dizer que seja um personagem autêntico das águas ataleenses, pois o rio São Mateus corta o munícipio de Ataléia em diversos pontos. Sendo o principal rio a banhar as terras do nosso município, o São Mateus corre nas proximidades da cidade, além de passar dentro dos distritos de Fidelândia, São Miguel e Novo Horizonte. Uma triste realidade é que grande parte da mata ciliar que protegia as margens do rio São Mateus e do rio Mucuri deu lugar às pastagens, favorecendo a formações das voçorocas e outros fenômenos que prejudicam seu curso natural, prejudicando as espécies que dependem desse habitat. Além disso, a construção da hidrelétrica de Santa Clara no rio Mucuri irá inundar áreas fundamentais para a vida de diversas espécies de peixes. Tudo isso, aliado à pesca predatória, faz com que biólogos e outros especialistas acreditem que a vermelha possa desaparecer em um futuro não muito distante. Para livrá-la da ameaça de extinção, a pesca desta espécie, incluindo a pesca amadora, está proibida. Veja mais imagens desse peixe:
Vermelhas fisgadas no rio São Mateus, na região da Paloma, em Ataléia-MG
Amante da pescaria amadora em Ataléia exibe vermelha capturada por anzol na região da Paloma. Hoje, ela é defensora da espécie e mostra solidariedade e consciência, devolvendo ao rio as vermelhas capturadas

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Canários da terra


Um casal de canário da terra (Sicalis flaveola) que vive livremente nos arredores da sede da fazenda Mironga e que vem regularmente se alimentar do alpiste deixado pelo proprietário nos permitiu uma boa aproximação e fizemos este registro fotográfico. O exemplar mais dourado é o macho; a fêmea possui uma plumagem mais discreta, de amarelo menos intenso.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Aves do rio Norte

Pés-vermelhos ou marrecos-ananaís (Amazonetta brasiliensis) convivendo lado a lado com o socó (Butorides striatus) no rio Norte

Quero-quero ou mexeriqueira  (vanellus chilensis)
Garças-brancas (Ardea alba) - Agosto 2011

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Arara-maracanã (ara maracana)

Casal de arara em amendoeira (Ataléia-MG)
Agosto 2011
Uma visita inusitada e especial aconteceu nesta tarde de agosto na rua Fidelândia em Ataléia. Na amendoeira que fica em frente da padaria Dois Irmãos, dois casais de araras-maracanãs pousaram para uma descontraída refeição. Quem passou por perto pode observar as belas aves comendo as amêndoas e namorando nas galhas do chapéu-de-sol. A ave é também conhecida pelo nome de maracanã-verdadeira, ararinha ou simplesmente de maracanã. Seguem as fotos da ave que é considerada uma espécie ameaçada de extinção (Veja:  http://www.zoo.pt/animais.aspx?ID=1725). Uma boa notícia aos ataleenses: já podem ser vistas em nossa cidade hoje em dia, aves que há muito não apareciam por aqui. Na área urbana já são vistos tucanos, almas-de-gato, guaxes, araras-maracanãs, além dos sabiás, sofreus, canários, pássaros-pretos e outras belas espécies. Vamos continuar cultivando árvores frutíferas e preservando as matas e as nascentes. Os passarinhos já estão agradecendo.           

Ataléia-MG

Três araras no chapéu-de-sol

Ataléia-MG (agosto 2011)


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Araçari ou tucano-de-cinta (Pteroglossus aracari)

Essa bela espécie de tucano vive em pequenos bandos e ultimamente tem sido vista com mais frequência na região. A foto mostra um exemplar visitando um jenipapeiro de nosso quintal em Ataléia. (Fevereiro de 2011)