P. Riscada

P. Riscada
Pedra Riscada, um gigante de Minas

Ipê

Ipê
Paisagem com ipê florido

Paisagem com cáctus

Paisagem com cáctus
As grandes montanhas, as serras , os vales

Torre

Torre
A santa cruz do Norte

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Visitando a chapada de Ataléia

Renato Alves Teixeira em visita à chapada de Ataléia (julho de 2011)

Pé de Mussambé. Planta nativa da chapada que possui propriedades medicinais contra asma e bronquite . 
Conhecida popularmente na região como mamoninha, esta espécie nativa é muito difundida no alto da chapada. No inverno, suas flores produzem uma seiva adocicada muito apreciada por papagaios, maritacas e juritis, entre outros animais.

sábado, 9 de julho de 2011

Mostra cultural

Alunos do ensino médio da Escola Alnêda de Matos Machado concluíram o curso do Programa de Educação Profissional para a Educação de Jovens e Adultos (PEP EJA). O curso que tem duração de um ano e meio é uma iniciativa do governo mineiro por meio da Secretaria de Estado da Educação (SEE) em parceria com o Telecurso Tec da Fundação Roberto Marinho. Voltado para a formação em Técnica de Administração de Empresas, o PEP tem como objetivo dar oportunidades de acesso à formação profissional técnica de nível médio aos alunos de todas as regiões do estado de Minas. Na Escola Alnêda, o PEP EJA contou com a orientação do professor Lucas Lemos Pereira. O orientador e demais professores do curso, com total apoio do diretor Jabinei Gomes Rodrigues, desenvolveram com eficiência toda a metodologia proposta, atingindo uma posição de destaque no programa e recebendo elogios por parte da SEE. Na noite de 07 de julho de 2011, uma mostra cultural foi realizada nas dependências da Creche Municipal de Ataléia finalizando oficialmente o curso. Contando com a participação efetiva de toda a Escola Alnêda, através de sua direção, professores, funcionários e alunos, além de empresários ataleenses e demais segmentos da sociedade, a mostra apresentou peças teatrais, danças, músicas, explanações abordando o tema administrativo, participação de convidados e recebeu o nome de Administrando Novos Caminhos. O Mundo das Montanhas vem parabenizar todos os envolvidos neste projeto que amplia os horizontes e abre portas do mercado de trabalho a esses jovens e adultos recém-formados de Ataléia. Parabéns aos alunos que concluíram o curso e que vêm para somar com seus conhecimentos técnicos, pois serão protagonistas, sem dúvidas,de uma nova página na história de Ataléia e região.

Alunos do PEP EJA
Mesa especial  do evento      
O orientador Lucas Lemos e o diretor Jabinei Rodrigues 
Jabinei em discurso de abertura
Professor Leonardo explana sobre a importância do curso    
O presidente da ACIA elogia a realização do curso   
Alunos encenam peça sobre a importância da boa administração

Formandos do PEP EJA prestam homenagem final ao orientador Lucas Lemos

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Pedra do Poterrão e a lenda dos botocudos




A Pedra do Poterrão fica aproximadamente a 6 quilômetros de Ataléia. Seu topo está a quase mil metros de altura em relação ao nível do mar. Seu formato triangular e sua altura elevada faz dela uma das montanhas mais belas dos arredores de Ataléia. Tanto pela manhã, quando ainda coberta por denso nevoeiro, ou ao cair da tarde, formando bela silhueta contra o nosso céu, podemos apreciar sua beleza a oeste da cidade. Considerada uma de nossas melhores escaladas, com trilhas diversificadas contendo desfiladeiros, vegetação densa, rochas inclinadas de difícil acesso, matas escarpadas, numa subida que leva em média 4 horas, o Poterrão é realmente uma atração especial. No seu cume estreito, existe uma pequena mata que serve de ponto de descanso, enquanto se prepara para a descida. De pontos diferentes desse pequeno mirante pode-se avistar, bem ao longe, a cidade de Ataléia e a cidade de Ouro Verde de Minas, além de um mundo de montanhas mineiras a perder de vista. A descida também exige muito esforço físico e demora em torno de 4 horas. É realmente uma aventura inesquecível a escalada dessa montanha. Conta a lenda que a pedra recebeu esse nome devido a um guerreiro da tribo dos botocudos que vivia a seus pés. Era o cacique da tribo e tinha o nome de Poterrão. De temperamento cruel, costumava maltratar seu povo. Entretanto, possuía algumas esposas e, entre elas, havia uma a quem costumava tratar com carinho e complacência. Certa vez, seus governados, cansados dos maus-tratos, puseram a tramar contra o hierarca da tribo. O ardil contou com a participação da esposa que pediu a ele que colhesse e lhe trouxesse o mais saboroso ananás existente no alto da sublime montanha. Uma expedição, composta pelo cacique e alguns guerreiros rebeldes, ascenderam ao alto da pedra. Avistado o ananás desejado,o chefe foi baixado através de uma grossa embira no esforço de alcançar a doce e suculenta fruta nativa da pedra. Mas, ao invés de içar de volta o temido botocudo, seus guerreiros deceparam o cipó e o cacique Poterrão precipitou-se do alto da pedra, num fantástico e mirabolante voo mortal. Assim, a montanha ganhou o nome do temido guerreiro. Hoje, já não existe mais a tribo dos botocudos aos pés da pedra, provavelmente fora dizimada pelo inabalável e constante progresso branco, mas, felizmente, ainda resta a montanha como lembrança de sua existência. E resta para sempre a lenda.

Uma visita à comunidade do Poterrão

Nova expedição do Mundo das Montanhas. Desta vez o destino é a comunidade do Poterrão. O local dista apenas alguns quilômetros de Ataléia e conta com cerca de 60 famílias de pequenos proprietários de terra, lavradores, vaqueiros e demais trabalhadores rurais. São pessoas simples  que vivem há dezenas de anos trabalhando a terra na base da Pedra do Poterrão. O local é muito tranquilo, com natureza exuberante, cercado por vastos campos e muitas montanhas. O córrego do Bananal ou Poterrão desliza com suas águas calmas banhando a região. Abaixo, algumas fotos registradas durante a breve viagem:  
A comunidade e a pedra 
O formato de uma cabeça de gorila é vista por este ângulo   
O córrego Poterrão. Pedra do Roncamento à esquerda ao fundo
Montanhas de Ataléia
Na casa de Homero, um dos líderes da comunidade
Poterrão (2011)
Caminhando pela comunidade
O carcará. Presença marcante no Poterrão
Poterrão (Julho 2011)
O mundo das montanhas

terça-feira, 5 de julho de 2011

Chuvas de julho 2011


                             PLUVIÔMETRO
               Mapa de Anotações -  Ano:  2011
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  Mês :julho
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   22
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     -
   24
     9,0 mm
   25
   38,0 mm  
   26
    16,0 mm
   27
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   28
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   29
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   30
     -
   31
     -
  Total do mês:      63 mm                       

segunda-feira, 4 de julho de 2011

domingo, 3 de julho de 2011

Garota Mundo das Montanhas - Julho 2011

Emanuelle Gouvêia

Emanuelle Gouvêia, 16 anos, é estudante da cidade de Ataléia. Apesar de capixaba de nascimento, e de ter morado na Bahia durante certo tempo, esta bela morena tem relação com Ataléia desde o nascimento devido a suas raízes ataleenses. É neta de Diran Gusmão e bisneta de Serafim Gouvêia, nomes de tradição na cidade, e filha da dedicada mãe Neyork. Cursa o ensino médio na Escola Estadual Professora Alnêda de Matos Machado e se diz muito feliz por morar em Ataléia, pois considera a cidade tranquila, além de possuir bons amigos por aqui. A bela estudante de olhos e fartos cabelos negros, corpo esguio e com um jeito um tanto tímido e muito gracioso nos permitiu fotografá-la. Escolhemos como locação principal a tradicional pracinha da igreja. Agradecemos a seus familiares por permitir a realização desta matéria.  Abaixo, mais informações sobre nossa simpática montanhesa.

Nome: Emanuelle Sousa Gouvêia Gregório
Nascimento: 03/06/1995
signo: Gêmeos
Altura: 1,70 m
Cor favorita : branca
Time: Vasco da Gama
Artista preferida: Paula Fernandes
Hobbies: cantar e jogar vôlei



Ataléia-MG (2011)

sábado, 2 de julho de 2011

A chácara da paz

Vista aérea da chácara


JP alimentando os peixes
Nossa equipe do Mundo das Montanhas, representada por Ramid, Dannilo e eu, visitou um lugar para lá de especial. Esse local situa-se a poucos quilômetros de Ataléia, num ambiente bem reservado, aos pés da grande Pedra da Televisão. Trata-se da Chácara De Boa de propriedade de João Pedro ou JP, como também é conhecido. Ele é um jovem empresário da área de construção civil em São Paulo, mas é natural de Ataléia. Apesar do sucesso empresarial na capital paulista, foi nessa pequena e aconchegante propriedade campestre, fruto de herança, que JP encontrou a paz, juntamente com sua esposa e seu filho que também se chama João Pedro. Correndo da vida atribulada e estressante do grande centro, eles dedicam-se agora, de forma exemplar, a outro tipo de edificação: a construção de um ambiente de integração e respeito à natureza. Sem finalidade comercial, com muita consciência ambiental, eles vão transformando a propriedade. Em lugar da criação bovina e seu mugido, vão atraindo cada vez mais pássaros-pretos, guaxes, sanhaços, canários, sabiás e outras aves que fazem sua bela e apaziguadora sinfonia diurna . JP diz que recentemente comprou alguns canários e os libertou na chácara. Além de ração apropriada, existe o pomar que conta com centenas de árvores cítricas e outras que auxiliam na alimentação dos bichos. Outro tipo de atividade na chácara é a piscicultura. Também sem fins comerciais. Os diversos tipos de peixe criados em berçários, tanques e nos pequenos lagos da Chácara de Boa servem apenas para consumo próprio e para encher os olhos e os corações dos proprietários de satisfação e orgulho. Sobra aos gansos, a função de guardiães da propriedade. Segundo o proprietário, eles são muito atentos, vigilantes e substituem satisfatoriamente os cães nessa tarefa. Assim, ao único cão existente na fazenda, o fox terrier de pelo duro, cabe o papel de companhia. As matas e as nascentes d'água que brotam da rocha no fundo da propriedade são outro atrativo do local, pois nutrem a chácara com água pura e o frescor necessário. E as árvores têm liberdade total para nascer e crescer como quiserem dentro da propriedade, sejam elas nativas ou plantadas. Sobre esse ambiente com ares de paraíso, o Mundo das Montanhas observa: bom saber, bom saber que ainda existe gente assim! Parabéns aos felizes e conscientes habitantes da Chácara de Boa!